A Black Friday deste ano, marcada para o próximo dia 29/11, sexta-feira, deverá movimentar R$ 3,67 bilhões. Essa é a previsão da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgada na semana passada. Caso isso aconteça, haverá um aumento de 10,5% em relação às vendas do ano passado, que somaram R$ 3,32 bilhões.
A Black Friday já é a quinta data mais importante do comércio varejista brasileiro. Está atrás do Natal, Dia das Mães, Dia das Crianças e Dia dos Pais, respectivamente. Os segmentos de eletroeletrônicos e de utilidades domésticas devem ser os mais procurados pelos consumidores este ano. Segundo a CNC, o faturamento neste setor deverá chegar a R$ 929,4 milhões. Em seguida, estão os hipermercados e supermercados (R$ 899,3 milhões) e de móveis e eletrodomésticos (R$ 845,5 milhões).
Vendas em lojas e por comércio eletrônico se equiparam
As vendas por meio de comércio eletrônico (e-commerce) da Black Friday devem, pela primeira vez, estar muito próximas das realizadas em lojas físicas. A projeção é da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop). Ela prevê, para este ano, durante a promoção, um faturamento para o comércio acima de R$ 3 bilhões. A queda na taxa de juros, a liberação de saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do PIS/Pasep (Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e o pagamento da primeira parcela do 13º salário favorecem o cenário de otimismo.
O diretor de Relações Institucionais da entidade, Luiz Augusto Ildefonso, disse que as vendas crescem, anualmente, desde 2010, quando a promoção, muito comum nos Estados Unidos, chegou ao Brasil. “Sempre foi uma distância muito grande. Até o ano passado, era muito mais volumoso o pedido de compras na internet do que na loja física”, disse, lembrando que, até 2017, a iniciativa era voltada, na maior parte, para o comércio eletrônico e a loja física era praticamente um apêndice da data.
Facilidade
O diretor revelou que atualmente a facilidade de comprar pelo comércio eletrônico e pegar a mercadoria vendida no site em uma loja de shopping tem levado o cliente aos centros de compras, aumentando a presença nas lojas físicas e ampliando as vendas. “Indo lá, há uma possibilidade de o consumidor comprar mais alguma coisa na loja. Isso tem sido extremamente favorável à loja física”, contou. “Isso agrega no volume de venda. É uma experiência que as lojas iniciaram e está ocorrendo firmemente, principalmente, em vestuário, calçados e perfumes”, explicou.
Ildefonso afirmou que o movimento de consumidores nas lojas aumenta na própria sexta-feira que é a data onde, nos Estados Unidos, costuma concentrar o maior número de compradores, que chegam a passar a noite nas filas aguardando a abertura das portas, todos atrás de preços baixos. “Aqui no Brasil, a Black Friday nunca é em um dia só, mas na sexta-feira, no dia 29 de novembro, a expectativa é que o fluxo de pessoas no comércio vai ser muito próximo das compras na internet neste ano”, disse. Acrescentou que os smartphones são os mais procurados nesta data. Quem compra procura trocar o aparelho atual por um com tecnologia mais nova. O mesmo ocorre com os televisores. Em terceiro lugar, aparecem roupas e calçados.
Informações: Agência Brasil
Edição: Mery Regina Griebler
A Black Friday já é a quinta data mais importante do comércio varejista brasileiro. Está atrás do Natal, Dia das Mães, Dia das Crianças e Dia dos Pais, respectivamente. Os segmentos de eletroeletrônicos e de utilidades domésticas devem ser os mais procurados pelos consumidores este ano. Segundo a CNC, o faturamento neste setor deverá chegar a R$ 929,4 milhões. Em seguida, estão os hipermercados e supermercados (R$ 899,3 milhões) e de móveis e eletrodomésticos (R$ 845,5 milhões).
Vendas em lojas e por comércio eletrônico se equiparam
As vendas por meio de comércio eletrônico (e-commerce) da Black Friday devem, pela primeira vez, estar muito próximas das realizadas em lojas físicas. A projeção é da Associação Brasileira de Lojistas de Shoppings (Alshop). Ela prevê, para este ano, durante a promoção, um faturamento para o comércio acima de R$ 3 bilhões. A queda na taxa de juros, a liberação de saques do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e do PIS/Pasep (Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público) e o pagamento da primeira parcela do 13º salário favorecem o cenário de otimismo.
O diretor de Relações Institucionais da entidade, Luiz Augusto Ildefonso, disse que as vendas crescem, anualmente, desde 2010, quando a promoção, muito comum nos Estados Unidos, chegou ao Brasil. “Sempre foi uma distância muito grande. Até o ano passado, era muito mais volumoso o pedido de compras na internet do que na loja física”, disse, lembrando que, até 2017, a iniciativa era voltada, na maior parte, para o comércio eletrônico e a loja física era praticamente um apêndice da data.
Facilidade
O diretor revelou que atualmente a facilidade de comprar pelo comércio eletrônico e pegar a mercadoria vendida no site em uma loja de shopping tem levado o cliente aos centros de compras, aumentando a presença nas lojas físicas e ampliando as vendas. “Indo lá, há uma possibilidade de o consumidor comprar mais alguma coisa na loja. Isso tem sido extremamente favorável à loja física”, contou. “Isso agrega no volume de venda. É uma experiência que as lojas iniciaram e está ocorrendo firmemente, principalmente, em vestuário, calçados e perfumes”, explicou.
Ildefonso afirmou que o movimento de consumidores nas lojas aumenta na própria sexta-feira que é a data onde, nos Estados Unidos, costuma concentrar o maior número de compradores, que chegam a passar a noite nas filas aguardando a abertura das portas, todos atrás de preços baixos. “Aqui no Brasil, a Black Friday nunca é em um dia só, mas na sexta-feira, no dia 29 de novembro, a expectativa é que o fluxo de pessoas no comércio vai ser muito próximo das compras na internet neste ano”, disse. Acrescentou que os smartphones são os mais procurados nesta data. Quem compra procura trocar o aparelho atual por um com tecnologia mais nova. O mesmo ocorre com os televisores. Em terceiro lugar, aparecem roupas e calçados.
Informações: Agência Brasil
Edição: Mery Regina Griebler